Corpo de policial civil morto em assalto permanece no IML
De acordo com a assessoria de imprensa do IML o corpo deve passar pela perícia técnica, mas ainda não há previsão de quando ele será liberado.
O corpo do policial civil César Brito de Oliveira, 36 anos, que foi morto na noite desta terça-feira (31), durante uma tentativa de assalto na Avenida Barros Reis, ainda não foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML). De acordo com a assessoria de imprensa do IML o corpo deve passar pela perícia técnica, mas ainda não há previsão de quando ele será liberado.
O agente, que era investigador da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), dirigia um carro da polícia “chapa fria” de placa JPH-8621, quando foi abordado por dois motoqueiros e atingido no tórax. De acordo com a polícia, ele foi abordado quando estava parado num congestionamento.
Na abordagem, os bandidos teriam percebido a arma do policial e um deles disparou, atingido-o no peito. Mesmo ensanguentado, César ainda tentou correr atrás dos ladrões, mas caiu a dez metros do carro. Ele foi levado para o Hospital Ernesto Simões por uma ambulância, mas não resistiu e morreu. Os bandidos não levaram nem a arma nem o dinheiro do policial.
De acordo com colegas, César estava há dois anos na DRFR, era uma pessoa tranqüila. “Era um policial direito, uma pessoa ótima”, contou a investigadora Margarida Cachoeira, da DRFR. O veículo usado por César era o mesmo em que o agente da DRFR Valmir Borges Gomes, foi morto durante uma operação da Polícia Civil em março deste ano.
De acordo com colegas, César estava há dois anos na DRFR, era uma pessoa tranqüila. “Era um policial direito, uma pessoa ótima”, contou a investigadora Margarida Cachoeira, da DRFR. O veículo usado por César era o mesmo em que o agente da DRFR Valmir Borges Gomes, foi morto durante uma operação da Polícia Civil em março deste ano.
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